Andar de bicicleta faz bem para a pele e o coração, além de reduzir risco de depressão
Saúde

Andar de bicicleta faz bem para a pele e o coração, além de reduzir risco de depressão

Andar de bicicleta traz seis benefícios à saúde do corpo e da mente

Ela veio para facilitar a vida do homem. Mas pode ter funções muito mais importantes. A bicicleta, inventada há mais de 500 anos, ainda é uma das grandes aliadas da saúde humana. Pedalar melhora o condicionamento físico e o coração, ajuda a combater o estresse e previne doenças como hipertensão, colesterol alto, enfarte, entre outras. O exercício também é o mais recomendado para quem não tem condicionamento físico. Além disso, a bicicleta está entre os principais exercícios que ajudam a emagrecer.

A bicicleta exige pouca capacidade coordenativa e não necessita de muito condicionamento, então é ideal para quem está começando – afirma o professor Alexandre Evangelista, coordenador de pós-graduação na Central de Cursos da Universidade Gama Filho.

As pedaladas também são uma forte arma na luta contra o excesso de peso. Como, normalmente, pessoas obesas sentem desconforto nas articulações, o exercício mais recomendado é a bicicleta.

É um exercício que pode ser praticado por qualquer pessoa, já que não oferece impacto – afirma o personal trainer Diego Houwes, ressaltando que pedalar não trabalha apenas membros inferiores, já que os superiores são responsáveis pelo equilíbrio e direção do corpo.

Segundo Evangelista, pesquisas comprovam que pedalar durante 30 a 60 minutos, entre três e cinco dias por semana, pode reduzir em até 50% os riscos de depressão. Outros benefícios são o controle da pressão e o combate a doenças cardiovasculares.

Andar de bicicleta melhora também a pele, por deixar coração e pulmões fortalecidos, facilitando a eliminação de toxinas.

O exercício aumenta a resistência e a capacidade de captar, extrair e distribuir oxigênio pelo sistema cardiovascular e regulariza os níveis de colesterol e triglicérides, além de melhorar até o sono – garante Houwes.

Circuitos de 20 minutos para começar

Para sair por aí pedalando, no entanto, não basta arrumar uma bicicleta. Segundo o professor Alexandre Evangelista, são necessários alguns cuidados para começar a praticar a atividade física. O primeiro é fazer uma avaliação médica. Tudo liberado, atenção ao ajuste correto do banco e do guidom.

Para conseguir melhores resultados, a pessoa deve ajustar o banco da bicicleta na altura dos quadris e o guidom na altura do cotovelo. As pontas dos pés devem ser alinhadas com os joelhos e os ombros abertos – afirma o personal trainer, ressaltando que a coluna deve ficar ereta e o abdômen, contraído.

Ao começar os exercícios, para os que não estão acostumados, há um período de adaptação que pode durar de dez a 12 semanas. Durante os primeiros dias, a pedalada deve durar cerca de 20 minutos, por três dias na semana. Depois de adaptado, o ciclista pode pedalar todos os dias, por 60 minutos.

Testes apontam que, em uma hora de pedaladas, é possível gastar entre 300 e 500 calorias, cerca de 30% a menos do que na esteira. Mas essa diferença pode ser compensada com a mudança de intensidade da pedalada. Em bicicletas tracionadas, basta aumentar a dificuldade no trajeto. Para aumentar a carga, suba uma ladeira.

Quando a pessoa quiser um exercício mais forte, pode pedalar um minuto em intensidade forte e um minuto no fraco. A alternância aumenta o gasto calórico – explica o professor Alexandre.

 

Fonte: Extra



Publicado em: 23/02/2017 - Atualizado em: 23/02/2017

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