Serra do Corvo Branco e Pedra Furada…  Novos desafios do BSM
Cicloturismo Grupos de Pedal

Serra do Corvo Branco e Pedra Furada… Novos desafios do BSM

Olá amigos!

Estou novemente aqui para compartilhar com vocês algumas experiências do grupo onde participo aqui em Tubarão/SC, o grupo BSM – Bikes de São Martinho .

Minha última postagem foi um relato de algumas das minhas pedaladas na serra do Rio do Rastro, a mais conhecida aqui da nossa região, e acredito que tenha até fama nacional.

Porém, dessa vez, a postagem não será um relato de pedalada, e sim da preparação para a subida a Serra do Corvo Branco,  e pedalada até o Morro da Igreja, para encontrar a famosa Pedra Furada, e o Cindacta (estação de controle de tráfego aéreo, a qual acho que não poderemos visitar).

Iremos em 15 ciclistas. Vamos de carro até Aiurê (um distrito de Grão Pará/SC), descer as bikes, colocar nosso equipamento e pedalar rumo ao destino.

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Nossa aventura contará com distância total de aproximadamente 80 km segundo o Google Maps, e pouco mais de 2500 m acumulados.

 

Trajeto de ida: 43km e mais de 2000m acumulados

Segundo amigos que já fizeram o trajeto, ele castiga o ciclista que não estiver bem preparado (que só no dia saberemos se estamos preparados ou não)…

Altimetria da ida

Altimetria da volta

 

Relatos dizem que subir a Serra do Corvo não é o problema maior, apesar de íngreme e ter boa altimetria, o desafio maior vem depois!

Algum tempo atrás, quando passei por lá de carro, o trajeto era quase todo de chão batido, porém existe obras para asfaltamento da mesma, o que nos dá uma expectativa de algum trecho em asfalto. No trecho final no último km, sei que é toda asfaltada.

Na parte com asfalto, ou melhor concreto, esta serrinha sabe ser íngreme, com cotovelos bem fechados.

Para se ter uma idéia, o trânsito nessa serra é proibido para caminhões truck (com 3 eixos ou mais), tal a necessidade de manobras nos cotovelos fechadinhos.

Serra do corvo branco e seus cotovelos

Topo da serra do corvo branco, onde se passa por meio desse “corte” na montanha

Após a subida da serra, continuaremos o que pensamos ser de 10 a 15 km na estrada geral, para só depois encarar os 18 km de subida para o Morro da Igreja…

E é ali que o bicho vai pegar!

Sabe-se que entre ciclistas existe muito folclore, cada um tem uma resistência, e o que é pesado pra mim, pode ser leve pra você…    Mas tive a oportunidade de conversar com alguns amigos que já fizeram o trajeto, e como falei acima e o relato é de bastante dificuldade nesse trecho.

Eu sou um ciclista de passeios.

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Ainda que goste de aventuras, não treino desempenho, não faço treinos diários ou em dias marcados.

Acabo sempre pedalando 2 ou 3 vezes por semana, mas priorizo sempre o pedal com amigos, seja ele mais forte ou mais leve, e é por isso que o desafio será grande e gratificante.

Desde já paira uma áurea de superação, sentimento de aventura aflorando!

Estrada para o morro da igreja

Estrada para o morro da igreja, linda…

Só de ver as imagens, dá pra ter uma ideia de que o local é frio!

Segundo o Google, é um dos pontos mais frios do estado! Se considerarmos que estamos em junho, e que segundo a meteorologia, poderá ocorrer garoas!!  Acho que vai ser de “bater queixo”…

Morro da Igreja, fim da estrada na entrada do Cindacta.

 

Pedra Furada, vista no topo do Morro da Igreja… Para ir até lá tem que ter autorização da Aeronáutica.

Ah, ainda tem mais uma atração nesse caminho!

No meio da subida para o Morro da Igreja, pode-se desviar cerca de 1 km para ver a Cascata véu de noiva, muito bonita pelas fotos que vi, e onde tem um restaurante.

Cascata Véu de Noiva.

Bom, roteiro já está visto, revisado e anotado.

Agora é conferir câmaras de ar, ferramentas, caramanholas e manutenção da bike. Porque na próxima postagem, quero que as fotos sejam todas tiradas por mim, com bastante bike e sorrisos (ou não) nelas.

 

Algumas das fotos foram retiradas das seguintes fontes:

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http://www.meusroteirosdeviagem.com

http://www.google.com

 

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Publicado em: 31/05/2017 - Atualizado em: 02/06/2017

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